Half-blood Camp RPG

Ficha de Amy L.Vicent

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Ficha de Amy L.Vicent

Mensagem por Amy L.Vicent em Qua Ago 10, 2011 11:27 pm

Nome: Amy Lockwood Vicent.
Idade: 15.
Raça: Semi-deusa.
Filho de: Hades (Se puder né).
Alinhamento: Geralmente bom...
Pais e Moradia: Morava na Itália com a mãe, mas se mudou com a mesma para New York - EUA. E agora Acampamento Meio Sangue.
Acampamento: Grego.
Historia:
Serei um pouco breve, minha história antes dessa reviravolta não tem muita graça. Para mim minha história está na verdade para começar. Então acho que deve saber o básico sobre mim aqui.
Eu morava com minha mãe em Vicenza, Itália, a qual não era minha cidade natal também. Na verdade éramos americanas, vinhamos da Carolina do Norte, porém minha mãe estava crescendo no trabalho dela, ela trabalhava com moda, essas coisas. Eca. Tentava me envolver ao mínimo com isso, apenas perguntando à ela coisas básicas de "como foi seu dia?". Dizer que foi fácil me acostumar com isso seria mentira mas o pior foi me acostumar com a ideia de ter um pai deus. Isso eu ainda não acostumei e não irei tão cedo, creio eu. Continuando a história...
O ateliê que minha mãe trabalhava havia sido terceirizado para New York. Uma coisa era boa: Voltaríamos para a America, eu estava feliz, talvez pudesse ver meus antigos amigos após cinco anos....Mas eu não sabia o que estava por vir. Voamos mais uma vez. Minha tia havia oferecido sua casa para nos acomodar até minha mãe comprar um novo apê para nós duas. Adultos conversando na sala sobre preços de mercado. Minha prima me puxando para fora da casa. Fui com ela.
As crianças (na verdade eram todos adolescentes, o mais novo tinha 14) estavam conversando ali, para onde minha prima me levou. Se seguiu uma onda de zoações por conta de minhas roupas, eu sempre andava bem vestida graças a minha mãe. Eu tentei me defender mas só me chamaram de patricinha e bebê. Eu logo fechei a cara, detestava aquilo, e disse que era com certeza mais corajosa e valente que qualquer um (eu não era boa com ofensas, o povo na Itália ébem educado e simpático, não dá pra discutir com eles então estava sem prática...). Me apontaram um alto muro que cercava um jardim. Lá dentro tinha também uma macieira e meu desafio seria pular ali e pegar uma maçã, minha prima me disse que eles faziam aquilo o tempo todo então seria como um ritual de iniciação para a turminha. Que bacana, KND. Achei simples e prontamente pulei o muro. "Cloe, você não me disse que aqui tinha cachorro!" "E não tem ué!". Depois disso você deveria ter ouvido meus gritinhos histéricos e o alvoroço das outras crianças que estavam gritando por socorro. Que eram cachorros eles eram. Mas não eram cachorros normais. Eram gigantes e mais negros que a camisa que eu usava, os olhos do mesmo tom. Desesperada, eu começei a gritar, os cães estavam em cima de mim já, arranhavam meus braços, eu havia pego algo que mal me recordo se era uma barra de ferro ou um simples galho. Isso não importava. Eu descobri que tinha algo errado comigo naquela hora, quando eu chorei um "Parem" e os cães pararam. Se eu soubesse que eles o fariam já teria dito há muito tempo...O silêncio que se seguiu foi na verdade um milésimo de segundo até que minha mãe entrasse com um rompante atrás de meu tio que havia arrombado a porta do vizinho. Ô gente educada... Minha mãe correu até mim, e me abraçou, só aí me dei conta que estava imóvel e os cães haviam sumido. Eu estava segurando um pedaço de vidro quebrado e a ponta dele tinha sangue. Adivinha só o que todos pensaram? Exatamente. A pequena Amy estava tendo alucinações e estava se alto-mutilando. Claro, minha mãe sabia que não era aquilo e ignorou os conselhos de me internar. Eu mesma considerava essa uma boa ideia, pois nenhuma das crianças tinham ouvido os rugidos (não eram rosnados, eram mais graves) dos cães, também me achei louca. Porém minha mãe me pegou, colocando-me no carro e tocou no assunto proibido: meu pai. Ela me contou tudo e eu começei a achar que que deveria ser internada era ela. Mas aquilo era tudo real. As marcas das garras em meu braço provaram. Ela dirigiu até uma colina e deu-me minha mala, informou que ficaria num hotel até achar um apartamento, me deu um beijo e disse-me para descer o mais rápido que poderia, teria gente ali que iria me ajudar. Eu poderia ver meu pai talvez. Eu tinha medo dessa possibilidade confesso. Ainda tenho. Espero ele me reclamar enquanto escrevo estas palavras. Ainda não sei quem ele é, mas ele saber quem sou. Eu espero....
Bem, esse é o começo da minha história, o resto ainda está indefinido.Quem sabe você não fará parte dele?


Aparência :
Spoiler:

Sonhos, Medos e Gostos: Muros que não deêm para ver o outro lado (pegou trauma u_u)
Outros Fatos: None.
Poderes:

Passivos
Lvl 1: Língua do Submundo: O filho de Hades pode entender oque os mortos dizem e támbem pode falar com eles..
Ativos
Lvl 1: Clone Sombrio: Você podera controlar sua sombra e usa-la como ataque ou defesa. Dura 2 posts e só pode ser usado 5 vezes em uma luta ou missão.
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Re: Ficha de Amy L.Vicent

Mensagem por Freddy Krueger em Qui Ago 11, 2011 12:39 pm

Para ser filho de Hades (eu \o/) tem que fazer concurso, mais se quiser pode ser indefinida até lá ^^

Caso queira ser indefinida ou filha de outro deus, edite sua ficha para eu aprovar
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